sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Vamos escrever a reportagem. Lembre-se dos passos a seguir:


* Manchete ou título principal – Com vistas a despertar o interesse do receptor, apresenta-se de forma bastante evidente, geralmente grafada (o) em letras garrafais ou até mesmo numa dimensão maior que o restante do texto.

* Título auxiliar – Como bem nos retrata o adjetivo “auxiliar” tem por objetivo acrescentar informações adicionais às já expressas pela manchete, tornando-a ainda mais atrativa.

* Lide (termo oriundo do inglês lead) – Este corresponde ao primeiro parágrafo. Normalmente revela alguns elementos fundamentais que viabilizam o perfeito entendimento do discurso, sempre procurando responder a perguntas básicas, tais como: onde aconteceu o fato? Com quem? Como? Quando? Por quê? O que ocorreu?

* Corpo ou texto da notícia – compreende o discurso propriamente dito, revelando de forma detalhada o fato exposto.

3 comentários:

  1. Os dados de literatura demonstram que a eficácia destas vacinas é elevada em mulheres sem atividade sexual prévia e por um período próximo a seis anos. No entanto, a vacinação não apresenta eficácia no tratamento de lesões pré-existentes ou na eliminação do vírus em mulheres já contaminadas. O benefício da vacinação também é decrescente com o aumento da idade das mulheres.

    Portanto, a vacinação apresenta benefício demonstrado em população de mulheres jovens e sem contato sexual prévio, sendo menos eficiente nas que já iniciaram vida sexual e podem já ser portadoras do vírus.


    Com relação aos garotos, a vacinação ainda é tema de debate. Isso porque a vacina contra o HPV certamente é eficaz, no entanto o que se discute é com relação à sua eficiência frente à relação de custo-benefício dos programas de vacinação e prevenção da doença comparativamente aos programas existentes. Isso ainda mais com dados atuais que sugerem a possibilidade de a vacinação poder se limitar a duas doses e, portanto, baratear seus custos. Além disso, fala-se da condição ainda não determinada sobre o tempo de proteção conferido pela vacinação.

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  2. Vacina contra o HPV pode ser eficaz mesmo para mulheres que já contraíram o vírus, diz estudo
    Um novo estudo apresentado nos Estados Unidos mostrou que a imunização é capaz de proteger quem já foi infectado anteriormente.

    Além de ser eficaz para proteger 83% das mulheres contra novas infecções, a vacina também impede que 58% das mulheres que tiveram HPV sejam novamente infectadas.
    Uma pesquisa apresentada na última terça-feira no encontro da Associação Americana de Pesquisa sobre o Câncer indica que a eficácia da vacina contra o papiloma vírus humano (HPV) pode ser estendida mesmo a mulheres que já foram infectadas pela doença no passado. Essa é uma boa notícia para quem já teve o vírus e não recebia a indicação médica para tomar a vacina, por falta de evidências da proteção para esse grupo. Atualmente, a vacina é dirigida a adolescentes que ainda não iniciaram a vida sexual.

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  3. Proteção para a menina, saúde para a mulher

    A infecção pelo HPV é a principal responsável pelo câncer do colo de útero. A cada ano, no Brasil, surgem 15 mil novos casos e 5 mil mulheres morrem. A vacina é a principal forma de prevenção, por isso é importante que toda a menina de 9 a 13 anos receba as três doses da vacina HPV. Ela é segura, de graça e está incluída no Calendário Nacional de Vacinação. Atenção: meninas que ainda não foram vacinadas, devem procurar uma Unidade de Saúde do SUS para receber a vacina.

    #VacinaHPV #ProteçãoPraMenina
    cawany

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