Bom dia Turminha!
Você se lembra o que é uma "Notícia"?
A notícia é um gênero textual jornalístico que trata de um acontecimento ou fato desconhecido do
público.
No contexto de uma sociedade ávida por informação, como a nossa, que está em contato constante
com os meios de comunicação, a notícia é um fato acontecido há bem pouco tempo, apenas o
que se demora na edição da informação e na impressão dos jornais para chegar ao público. Na
internet, onde as informações são atualizadas minuto a minuto, e, em menor medida, na TV e no
rádio, os acontecimentos viram notícia mais rapidamente ainda.
Mas nem sempre foi assim. Quando não existia rádio ou televisão, para os moradores das cidades
afastadas, as informações dos jornais das grandes cidades eram notícias, mesmo se demorassem
semanas para chegar até eles.
Essa reflexão sobre o que é notícia "nova" ou "velha" é importante no contexto comunitário, onde
acontecem muitas coisas que os meios de comunicação não consideram relevantes. Assim, uma
iniciativa da Associação de Moradores, acontecida há algumas semanas (encaminhar uma reclamação
ao prefeito, por exemplo), continua sendo uma notícia, desde que não tenha sido ainda divulgada.
Por outro lado, nem toda informação, mesmo desconhecida do público, é notícia. A tabela com os
horários de saída dos ônibus, por exemplo, não é uma notícia. Notícia seria a alteração dos horários.
O mesmo acontece com uma informação científica sobre os primeiros habitantes do Brasil. A
notícia estaria na descoberta de um sítio arqueológico.
Análise de um Lide Noticioso:
Museu de Paleontologia será reaberto
O Museu de Paleontologia de Santana do Cariri, da Universidade Regional do Cariri
(Urca), será reaberto amanhã, às 17 horas, depois de um ano fechado para reformas. A
reinauguração contará com a presença do secretário da Ciência e Tecnologia de Ensino
Superior do Estado (Secitece), René Teixeira Barreira, e autoridades caririenses.
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
sexta-feira, 28 de agosto de 2015
Bom dia Turma!
o Cada aluno escolheu um tema para opinar no jornal.
Vamos analisá-los:
- O tema provoca polêmica? Alguém precisa mudar de atitude e ser convencido? - O tema é importante? - Alguém mais pensou em um tema similar?
Argumentar é fundamental.
Emitir opiniões com bases em argumentos sólidos é uma competência básica para o indivíduo, que passa a ter melhores condições de defender seus pontos de vista e interferir nos rumos da sociedade. Para argumentar é necessário refletir e se informar, e pessoas reflexivas e informadas constituem, com certeza, cidadãos e cidadãs mais capacitados(as)
Direito de brincar e ser feliz
Legalmente as crianças hoje têm garantido o direito a um nome e nacionalidade, à saúde e à educação. Dentre os direitos da criança estabelecidos no Estatuto da Criança e do Adolescente, destaco o brincar como uma necessidade da criança, um jeito gostoso de aprender e se divertir. Pesquisas têm revelado que as brincadeiras ao ar livre, em parques e praças públicas deixam as crianças mais felizes. No entanto, as crianças estão cada vez mais distantes do sol, da grama, das pedras, da areia, da água, da natureza... Para os pais, já não é mais possível deixá‐las brincando na rua com os vizinhos. O trânsito e a violência urbana tiraram esta oportunidade. Em alguns condomínios de apartamentos não se previu a necessidade e o direito dos pequenos de brincar. Diante desta necessidade, eles brincam entre os carros nos estacionamentos dos prédios. Nas escolas infantis encontramos pátios cimentados, brinquedos inadequados à faixa etária das crianças e, logo, embargados pelos órgãos competentes. Pensem numa creche em que as crianças “olham” para o escorregador, o balanço, o gira‐gira e não podem brincar. Elas existem. Pensem no período escolar de uma criança de cinco, seis, sete anos de idade, onde não há nem espaço – playground, área verde ‐ tempo para brincar. Eles existem. Nos espaços públicos encontramos praças abandonadas, sujas, brinquedos quebrados. Imaginem uma praça, um domingo e sol, crianças ávidas para correr, pular, dançar, movimentar‐se ou simplesmente olhar as plantinhas, passarinhos, sentir o vento... As crianças “olham” para os destroços do que um dia foi um brinquedo, desistem de brincar ou então arriscam‐se. Elas existem. Falta segurança, água potável, banheiros públicos, dignidade para exercer o direito de brincar. As crianças são o que temos de mais precioso e precisam da nossa atenção para viver dignamente esta fase da vida que chamamos de infância. Como estamos olhando para as nossas crianças nos demais dias do ano? Infelizmente, nós – pais, professores, governantes etc. ‐ não estamos conseguindo prover à criança o direito de brincar e ser feliz.
Gilmara Lupion Moreno Gilmara Lupion Moreno é professora do Departamento de Educação da Universidade Estadual de Londrina. Texto retirado do jornal Folha de Londrina de 12/10/2007 - http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/255-2.pdf
o Cada aluno escolheu um tema para opinar no jornal.
Vamos analisá-los:
- O tema provoca polêmica? Alguém precisa mudar de atitude e ser convencido? - O tema é importante? - Alguém mais pensou em um tema similar?
Argumentar é fundamental.
Emitir opiniões com bases em argumentos sólidos é uma competência básica para o indivíduo, que passa a ter melhores condições de defender seus pontos de vista e interferir nos rumos da sociedade. Para argumentar é necessário refletir e se informar, e pessoas reflexivas e informadas constituem, com certeza, cidadãos e cidadãs mais capacitados(as)
Direito de brincar e ser feliz
Legalmente as crianças hoje têm garantido o direito a um nome e nacionalidade, à saúde e à educação. Dentre os direitos da criança estabelecidos no Estatuto da Criança e do Adolescente, destaco o brincar como uma necessidade da criança, um jeito gostoso de aprender e se divertir. Pesquisas têm revelado que as brincadeiras ao ar livre, em parques e praças públicas deixam as crianças mais felizes. No entanto, as crianças estão cada vez mais distantes do sol, da grama, das pedras, da areia, da água, da natureza... Para os pais, já não é mais possível deixá‐las brincando na rua com os vizinhos. O trânsito e a violência urbana tiraram esta oportunidade. Em alguns condomínios de apartamentos não se previu a necessidade e o direito dos pequenos de brincar. Diante desta necessidade, eles brincam entre os carros nos estacionamentos dos prédios. Nas escolas infantis encontramos pátios cimentados, brinquedos inadequados à faixa etária das crianças e, logo, embargados pelos órgãos competentes. Pensem numa creche em que as crianças “olham” para o escorregador, o balanço, o gira‐gira e não podem brincar. Elas existem. Pensem no período escolar de uma criança de cinco, seis, sete anos de idade, onde não há nem espaço – playground, área verde ‐ tempo para brincar. Eles existem. Nos espaços públicos encontramos praças abandonadas, sujas, brinquedos quebrados. Imaginem uma praça, um domingo e sol, crianças ávidas para correr, pular, dançar, movimentar‐se ou simplesmente olhar as plantinhas, passarinhos, sentir o vento... As crianças “olham” para os destroços do que um dia foi um brinquedo, desistem de brincar ou então arriscam‐se. Elas existem. Falta segurança, água potável, banheiros públicos, dignidade para exercer o direito de brincar. As crianças são o que temos de mais precioso e precisam da nossa atenção para viver dignamente esta fase da vida que chamamos de infância. Como estamos olhando para as nossas crianças nos demais dias do ano? Infelizmente, nós – pais, professores, governantes etc. ‐ não estamos conseguindo prover à criança o direito de brincar e ser feliz.
Gilmara Lupion Moreno Gilmara Lupion Moreno é professora do Departamento de Educação da Universidade Estadual de Londrina. Texto retirado do jornal Folha de Londrina de 12/10/2007 - http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/255-2.pdf
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
segunda-feira, 17 de agosto de 2015
sexta-feira, 14 de agosto de 2015
Bom dia Galera!
Vamos fazer a leitura do texto a seguir:
A História do meu Avô
Era uma vez um rapaz muito inteligente e trabalhador. Morava numa terra muito pequena e pobre. Sonhava em ter uma vida melhor do que as dificuldades que ali enfrentava. Um dia, resolveu partir de sua pequena aldeia em busca de outras terras. Na despedida, abraçou seus pais e disse: ‐ Terra pequena não faz grandes homens! Partiu em busca de novas oportunidades. Com muito esforço e inteligência, conseguiu vencer na vida. Formou seus filhos para que tivessem um futuro melhor e retornou a sua pequena aldeia. Tornou‐se um grande homem, criado numa terra pequena!
Mariana Ventura (autora brasileira) Publicado em http://bloghistoriasinfantis.blogspot.com.br A
Vamos fazer a leitura do texto a seguir:
A História do meu Avô
Era uma vez um rapaz muito inteligente e trabalhador. Morava numa terra muito pequena e pobre. Sonhava em ter uma vida melhor do que as dificuldades que ali enfrentava. Um dia, resolveu partir de sua pequena aldeia em busca de outras terras. Na despedida, abraçou seus pais e disse: ‐ Terra pequena não faz grandes homens! Partiu em busca de novas oportunidades. Com muito esforço e inteligência, conseguiu vencer na vida. Formou seus filhos para que tivessem um futuro melhor e retornou a sua pequena aldeia. Tornou‐se um grande homem, criado numa terra pequena!
Mariana Ventura (autora brasileira) Publicado em http://bloghistoriasinfantis.blogspot.com.br A
segunda-feira, 10 de agosto de 2015
domingo, 9 de agosto de 2015
Bom dia Galera!
Nessa semana vocês terão um evento interessante, conhecer o Jardim Botânico de Londrina.
Londrina possui alguns pontos turística que vale a pena conhecer. Siga o link.
Conhecendo Londrina
Nessa semana vocês terão um evento interessante, conhecer o Jardim Botânico de Londrina.
Londrina possui alguns pontos turística que vale a pena conhecer. Siga o link.
Conhecendo Londrina
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
Bom dia!!!
Adivinhe se puder...
Dão ajuda e alimento,
cuidam da roupa e do tênis,
levam a gente à escola,
se chove, chamam pra dentro.
Ensinam, dão bronca, brigam,
deixam a gente brincar.
Beijam, abraçam e castigam,
chegam às vezes a cansar,
mas sempre gostam de nós.
Trabalham, constantemente,
para vivermos melhor.
Hoje é dia de ser criativo!!! Vamos trabalhar.Siga o link.
http://www.mundojovem.com.br/poesias-poemas/pai/dia-dos-pais-002
Adivinhe se puder...
Dão ajuda e alimento,
cuidam da roupa e do tênis,
levam a gente à escola,
se chove, chamam pra dentro.
Ensinam, dão bronca, brigam,
deixam a gente brincar.
Beijam, abraçam e castigam,
chegam às vezes a cansar,
mas sempre gostam de nós.
Trabalham, constantemente,
para vivermos melhor.
Hoje é dia de ser criativo!!! Vamos trabalhar.Siga o link.
http://www.mundojovem.com.br/poesias-poemas/pai/dia-dos-pais-002
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
Com tantas coisas boas para aproveitar, como sua familia. Não perca seu tempo valioso bebendo e fumando.
Cuidado com as propagandas! Você pode ser enganado. Não perca tempo com bobeira. Beber e dirigir não é brincadeira.
A vida é cheia de coisas maravilhosas e coisas que podemos aproveitar. Mas o pior erro da sua vida é você gastar o seu tempo bebendo e se alcoolizando.
1. Cuidado com as propagandas, vocẽ pode ser enganado não perca tempo com bobeira. Beber e dirigir não é brincadeira.
2. Propagandas são enganosas. Vá curtir a vida, mas sem beber.
3. Beba com moderação e não estrague sua vida.
2. Propagandas são enganosas. Vá curtir a vida, mas sem beber.
3. Beba com moderação e não estrague sua vida.
4. Cuidado com as propagandas! Você pode ser enganado. Não perca tempo com bobeira. Beber e dirigir não é brincadeira.
5. A vida é cheia de coisas maravilhosas e coisas que podemos aproveitar. Mas o pior erro da sua vida é você gastar o seu tempo bebendo e se alcoolizando.
6. Com tantas coisas boas para aproveitar, como sua familia. Não perca seu tempo valioso bebendo e fumando.
Bom dia Turma!
Continuando nosso trabalho...
Especialistas estimam que são necessárias quatro medidas para diminuir globalmente o consumo de álcool:
1 - aumentar o preço;
2 - diminuir o acesso físico (restrição de pontos de venda e horários);
3 - proibir a propaganda;
4 - promover campanhas educativas.
Planejando um anúncio de alerta sobre publicidade de cerveja
A quem se destina nosso anúncio? Familiares que irão ler o jornal; colegas da escola.
ATENÇÃO
=> frases provocativas, pois presumivelmente suas ilustrações não terão um nível de expressão suficiente para chamar a atenção do leitor.
=> O interesse do leitor pode ser despertado com mensagem sobre saúde,
preservação da paz familiar, prevenção de situações de risco e acidentes de
trânsito etc.
=> Os leitores podem ser estimulados a serem eles mesmos e não se deixar
manipular pela publicidade.
Ação => O texto direciona o leitor a ficar atento à mensagem enganosa da publicidade de cerveja.
Continuando nosso trabalho...
Especialistas estimam que são necessárias quatro medidas para diminuir globalmente o consumo de álcool:
1 - aumentar o preço;
2 - diminuir o acesso físico (restrição de pontos de venda e horários);
3 - proibir a propaganda;
4 - promover campanhas educativas.
Planejando um anúncio de alerta sobre publicidade de cerveja
A quem se destina nosso anúncio? Familiares que irão ler o jornal; colegas da escola.
ATENÇÃO
=> frases provocativas, pois presumivelmente suas ilustrações não terão um nível de expressão suficiente para chamar a atenção do leitor.
=> O interesse do leitor pode ser despertado com mensagem sobre saúde,
preservação da paz familiar, prevenção de situações de risco e acidentes de
trânsito etc.
=> Os leitores podem ser estimulados a serem eles mesmos e não se deixar
manipular pela publicidade.
Ação => O texto direciona o leitor a ficar atento à mensagem enganosa da publicidade de cerveja.
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